quinta-feira, 12 de julho de 2018


Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido. Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de “amar demais” é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de “amor demais”, então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

EI VOCÊ!!.. 👩‍🔬 Conquistar não exige muito esforço. Um pouco de paixão (acompanhada de corações acelerados, ligações diárias e saudades excessivas), de charme e romantismo conseguem isso. Mas, para manter o amor vivo, meu caro, você vai precisar de muito mais que isso. Não são raros os amores que começam fervorosos e acabam mais gelados que um iceberg e o motivo, acredite, não é nada surpreendente: as pessoas esquecem de manter o relacionamento que conquistaram. Conquistar não exige muito esforço. Um pouco de paixão (acompanhada de corações acelerados, ligações diárias e saudades excessivas), de charme e romantismo conseguem isso. Mas, para manter um relacionamento as pessoas precisam de doses cavalares de paixão, amor incondicional, respeito, vontade e o mais importante: disposição para fazer dar certo. Para começo de conversa, é necessário entender que um relacionamento possui duas vertentes: o amor e a paixão. E sim, são dois sentimentos diferentes e paralelos e, por isso, tantas pessoas os confundem. Enquanto o amor é definido pelo companheirismo, pela parceria e pela cumplicidade, a paixão á formada pelo contato da pele, pelo olhar e pela admiração. E, não, um não supre o outro. Quando amamos temos medo de perder. Protegemos. Cuidamos. Como diz Carpinejar: “porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle.” O amor é o mais perfeito antídoto contra o egoísmo que existe. Quando amamos, de verdade, aprendemos a dividir um espaço na cama, a chave do carro, o controle da TV… a vida! E a paixão faz você ter prazer em fazer tudo isso! A paixão nos faz sentir vivos, alegres, completos. Gabriel García Marquez tinha um dos mais sensatos pensamentos sobre a paixão: “como provar aos homens o quanto estão enganados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saber que envelhecem, justamente, quando deixam de se apaixonar?!” O problema está em manter o que foi conquistado. Existe uma grande ilusão, criada pela sociedade, de que tudo o que foi conquistado é nosso por direito. Grande erro! Passou no concurso? Não precisa mais estudar! Casou? Não precisa mais se preocupar com a aparência. Comprou uma casa? Não precisa mais economizar. Que ilusão! A grande verdade é que, grande parte das mulheres nunca sabem o que querem e, dos homens, é que nunca valorizam o que já possuem. Amor exige extremo cuidado e atenção diária. Não dá para, depois de uma briga, dormir em camas separadas, nem ficar sem conversar por dias, tão pouco provocar ciúmes achando que isso irá apimentar a relação. É preciso cuidar do que nos é sagrado! Amor é coisa para gente grande. Grande de idade, alma e espírito. Drummond em toda a sua sabedoria dizia que não podíamos permitir que a rotina nos cegasse a ponto de não enxergarmos o essencial: “por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.” As pessoas se perderam um pouco nesse conceito de independência. Conquistamos o nosso espaço no mundo, atuamos em carreiras profissionais diversas, somos livres para decidir se queremos ou não casar, mas ainda continuamos carentes de amor. Não sabemos dar e receber afeto. Não sabemos amar sem ter ciúmes, não sabemos casar sem ter um papel que indique posse. Simplesmente, não sabemos! Amor vai além de tudo isso. Amor é quando, mesmo sem precisar de ninguém para pagar seus boletos, nem opinar sobre sua vida, você deseja estar ao lado de alguém especial. Alguém disposto a fazer dar certo, sem neuras, sem traumas e sem cobranças. Resumindo: um companheiro de vida. De vida toda! São esses os sentimentos que nos fazem começar uma história. E são eles que nos deveriam motivar a continuar. Então, pense bem…o amor pode sim acabar, mas isso, meu caro, quem decide é você.

quinta-feira, 31 de maio de 2018


😱ACUMULA-DORES!!..😱 Talvez você já tenha assistido os programas da TV que abordam este tema onde uma equipe composta por organizadores profissionais e psicólogas vão até as casas das pessoas que sofrem com o transtorno de acumulação para ajudá-las na organização de suas casas e, principalmente, de suas vidas. Mas, isto não acontece só com as famílias norte americanas que vemos na TV. De 2 a 4% da população mundial sofre de distúrbio acumulação. Só nos EUA 6% da população de 19 milhões de pessoas luta contra a acumulação compulsiva. Mas os números contam apenas parte desta história. Vamos nos aprofundar um pouco mais neste universo que parece estar distante, mas que na realidade pode estar acontecendo bem perto e com pessoas queridas. Vamos falar do que muita gente cala para não ver em sinal de negação: “acumula-dores”. Muitos acumuladores conseguem manter segredo sobre sua condição e suas casas. Ao contrário da percepção popular, muitos são indivíduos altamente bem sucedidos, de alto funcionamento que lutaram contra a doença por décadas, em geral de forma silenciosa. “Ser acumulador é ter uma aflição ao longo da vida” Em muitos casos o transtorno se manifesta após algum evento traumático (ou uma série deles), seja a morte do conjuge, de filhos, desemprego, diagnóstico de doenças graves ou outros transtornos psíquicos como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Ter um acumulador na família também está entre os fatores que contribuem com o surgimento do transtorno. O acumulador se comporta de forma semelhante as pessoas viciadas em álcool e outras drogas, jogos e/ou outros tipos de vícios. Estas pessoas acumulam “coisas” a fim de entorpecer suas emoções e ansiedade o que faz da acumulação um vício. “A acumulação está sempre ligada a questões emocionais, a lutos que não foram elaborados, estas dores também são o ponto de partida para conseguir mudar o comportamento do acumulador e o ambiente onde vive. Para que esta mudança ocorra é necessário que a pessoa consiga chegar à raiz da perda e viva o processo de luto que foi retardado pela prática da acumulação. Para isto é imprescindível o acompanhamento psicológico. ”, Eu afirmo,sou especialista em dor e perda e Mestre em Aconselhamento Psicológico. Sinais de alerta O primeiro alarme é quando a pessoa não convida mais ninguém para visitar sua casa. Mesmo que os familiares e amigos se ofereçam ela sugere que façam algum programa na rua. A higiene também serve como indicativo, é importante observar os odores e aparência. Mofo e urina nas roupas, sinais de má higiene ou/e deixar de manter cuidados básicos como pentear o cabelo. Faltar as consultas médicas ou outros eventos sociais são sinais que costumam aparecer com o tempo. As pessoas mudam seus comportamentos rotineiros: atrasam o pagamento das contas, deixam de lados cuidados com a higiene, os banhos tornam-se menos frequentes, a socialização também é afetada, os cuidados com a casa são deixados de lado (não apenas limpeza, mas também manutenção). A situação vira uma grande bola de neve, porque um comportamento desencadeia no outro. O atraso nas contas leva estas pessoas a passar por graves crises financeiras, a falta de higiene pode trazer ou agravar problemas de saúde, a falta de socialização, deixar de sair de casa, pode causar aumento da solidão e levar a pessoa à depressão e isolamento. Grande maioria dos acumuladores tem algumas comorbidade como depressão, TOC, ansiedade, transtorno bipolar, entre outros. Isto agrava ainda mais comportamentos e tendências. Lembre-se: apenas profissionais de saúde mental licenciados podem diagnosticar oficialmente o transtorno de acumulação ou qualquer uma das comorbidades acima. O que NÃO fazer quando você quer ajudar um acumulador Se você entendeu como este transtorno causa sofrimento é muito importante ter empatia. As dicas abaixo podem lhe ajudar: Construir uma relação de confiança e respeito é absolutamente vital. Não seja crítico: nunca faça comentários como: “eu só iria acender um fósforo para queimar este lugar” ou “Gostaria de trazer um caminhão de lixo para casa e me livrar de tudo isso”. Nunca limpe a casa ou desfaça de seus pertences sem autorização. Não aproveite que a pessoa está hospitalizada ou em férias para organizar a casa. Estes erros diminuem quaisquer vestígios de confiança que você poderia ter conquistado. Se isto acontecer a pessoa poderá ter dificuldades em confiar em outras pessoas o que impediria que recebesse qualquer tipo de auxílio futuramente. Ajude de forma que não envergonhe e não cause ainda mais sofrimentos a pessoa. Alguns passos para ajudar a estabelecer confiança e possibilitar uma intervenção: Visite a pessoa mesmo que ela não queira: O isolamento só piora a situação. Minimize reações como gritar e atacar verbalmente a pessoa que acumula. Em vez disso pergunte como ela se sente em relação a desordem. Recorra aos profissionais que são especialistas em organização,para que lhe ajudem na organização (Claro que com a autorização da pessoa). Incentive a pessoa a iniciar um processo psicoterapêutico para que ela possa ser acolhida e consiga trabalhar as questões que a levaram a esta situação. Infelizmente no Brasil a literatura a cerca deste assunto é muito escassa. Mas, é possível que futuramente isto mude. A profissão de Personal Organizer – Organizadora Profissional – tem crescido muito e os blogs destas profissionais podem trazer dicas ricas sobre a organização de ambientes. Algumas pessoas começam a acumular sem ao menos perceber, guardando objetos como forma de recordar, mas aos poucos estão deixando suas casas cheias de coisas que vão se tornando acumulação, mesmo que em níveis menores. As dicas abaixo podem lhe ajudar a afastar o risco da acumulação sem deixar de manter lembranças destes objetos que têm algum valor afetivo para você: Mantenha as fotos em arquivos digitais: Aquelas fotos antigas de quando não tínhamos câmera digital, podem ser escaneadas e armazenadas em nuvens. Mantenha fisicamente apenas as fotos que ficam em porta retratos. Receitas escritas à mão, recortes de notícias e revistas podem seguir o mesmo rumo das fotos. Mantenha versão digital do que for importante e descarte o restante. Herdou móveis de algum familiar e não tem coragem de desfazer porque tem valor sentimental? Uma opção é fotografar e fazer um pin no Pinterest. Tem roupas que lembram bons momentos, viagens e pessoas queridas? Quem não tem, não é mesmo? Mas, se você não usa para que manter isto em sua casa? Neste caso a fotografia poderá ajudar novamente, depois você pode doar para alguma instituição ou mesmo para um brechó........ Doenças mentais,doenças da Alma,merecem amor carinho para a correção trazendo as mudanças necessárias Dra Suzette Carvalho D’Amico.👩‍🔬

Ola pessoal hoje temos um tempo para falarmos um pouco sobre depressão “O MAL DO SÉCULO “ Normalmente trazemos as emoções não bem resolvidas já a algum tempo o vulgo empurrando com a barriga,achando que a coisa se resolve com o tempo,e a depressão se manifesta a longo dos problemas acumulados,leia meu texto e veja se vc se enquadra,e se isso acontecer,tá na hora de agendar uma consulta comigo. Sou Psicoterapeuta,Psicanalista espiritualista essa é a diferença!!.. A depressão pode começar por várias razões, tais como: 1) questões emocionais não resolvidas; 2) perda de um ente querido; 3) dificuldade de superar algum tipo de problema (saúde, profissional, etc); 4) mudança indesejada de vida; etc. Para superar a depressão o melhor é a escolha de um tratamento especializado. Normalmente, o ideal é que seja através da psicologia e psiquiatria, pois já se tem, há anos as comprovações de cura e bem estar. As sessões psicológicas combinadas com a medicação adequada têm excelentes resultados. O paciente deve buscar orientação com o profissional qualificado para entender qual é o melhor tipo de tratamento para o seu caso. E também, é claro, um diagnóstico especifico. Nem toda depressão deve ser tratada com medicamento. As sessões de psicoterapia costumam ter efeitos rápidos. Cada paciente tem uma história de vida e durante o processo do tratamento será validado o que deve ser mudado, incentivado e reforçado. Muitas vezes, quem sofre dessa doença não percebe que suas escolhas, suas ações, seus pensamentos podem estar ligadas a tudo que está sentindo. Os sintomas mais comuns de depressão, são: 1) tristeza; 2) falta de ânimo; 3) angústia; 4) medo; 5) solidão; 6) preocupação excessiva; 7) problemas do passado mal resolvidos; pensamento fixo em algo ruim; 9) ideias de morte; 10) choro. Não é preciso apresentar todos os sintomas para que a doença seja caracterizada, mas é preciso uma avaliação mais detalhada, afinal, outras doenças também levam a esses sintomas, mas o tratamento é diferente. Quem sofre de problemas hormonais, as vezes, sente algo parecido com depressão, por isso somente um especialista durante uma consulta para uma avaliação individual pode indicar o melhor tratamento. Dra.Suzette Carvalho D’Amico 👩‍🔬

terça-feira, 17 de maio de 2016


Olaaa pessoal!!.. Hoje começamos nossa tarde assim,com muita magia enviada pelo Tarot... Firme nas suas decisões sem medos,porque saberás qual caminho escolher,terás o amor verdadeiro porque o Tarot te orientará na melhor decisão,seu dinheiro renderá se souber aplica-lo....também da mesma forma o Tarot conversará com você, te orientando na melhor escolha...na verdade o Tarot é o grande sábio que existe aí dentro de você,no qual você não fala o mesmo idioma que ele,essa consulta mais a companhia do mentor,você só precisará de ATITUDE... Marque uma consulta,e terá uma excelente orientação,não perca tempo,viva!!...🔮

"Amar demais"


Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido. Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de “amar demais” é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de “amor demais”, então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

segunda-feira, 9 de junho de 2014


"CURSO DE BRUXARIA" BOA NOITE QUERIDOS AMIGOS DA CASA & LUA!!..A PEDIDOS ESTAMOS ABRINDO VAGAS PARA MAIS UM CURSO DE BRUXARIA,PARA VOCE QUE NÃO CONSEGUIU O ANO PASSADO SUA MATRICULA,NÃO PERCA AGORA,O CURSO É INTENSO,TEREMOS UMA AULA POR QUINZENA,DURAÇÃO DE UM ANO,ESSE TIPO DE CURSO NUNCA TEM UM FIM,MAS O BÁSICO FICA DESTINADO A UM ANO. SOMENTE PARA VOCE QUE REALMENTE QUER INGRESSAR PARA NOVOS CONHECIMENTOS,É POR UM NUMERO RESTRITO DE PESSOAS,ENTRE EM CONTATO CONOSCO,APROVEITE ESSA OPORTUNIDADE INÉDITA,SOMENTE UMA VEZ AO ANO,E PREVILEGIO DE POUCOS... …em primeiro lugar, ser mulher; dispor de qualidades femininas concretas ou sutis. Ser bruxa é ter uma auto-estima preservada, sempre em alta, a ponto de ser uma pessoa determinada, independente e, consequentemente, que não se abala facilmente. Ser bruxa é ter consciência de que a natureza é sua amiga e que tudo de que você precisa você possui, basta saber onde e como encontrar. Ser bruxa é defender o que é divino, estar conectada com o que é belo e com o que transmite paz e felicidade. Bruxa é sinônimo de “deusa”. Muitos preferem denominá-las assim, porque soa mais bonito aos ouvidos, já que os autores de histórias infantis criaram bruxas perversas e “feias” e ser bruxa não tem, absolutamente, nada a ver com religião. Na verdade, as bruxas são mulheres belas, independentes, detentoras de um potencial incrível de conquista ou influência. Existem muitas mulheres que são bruxas e não sabem, mas, caso descubram, elas perceberão um potencial gigantesco dentro delas, capaz de surpreender não só os que estão ao seu redor, mas principalmente, elas próprias. São raras as bruxas casadas, porque elas sabem distinguir o homem “bom” do “ruim”. Elas sabem o que querem e sabem escolher! Elas sabem que sua felicidade, suas conquistas e seu bem-estar devem estar sempre em primeiro lugar, logicamente, que sem invadir o espaço do outro, sempre com muito respeito. Um dos motivos que leva a maioria das bruxas a serem solteiras, é o fato de ser uma mulher repleta de domínios sobre si mesma e a independência causa medo em muitos homens, por isso, os que conseguem conquistá-las são raros. Não é que não existem bruxos, mas existem homens que se adéquam a situação feminina da mesma forma que essas mulheres bruxas foram capazes de fazer: elas adquiriram qualidades consideradas masculinas – independência, confiança em si mesmas, entre outras – portanto, homens que queiram conquistá-las, devem se “equilibrar”, buscando um pouco de feminilidade, ou seja, cordialidade, uma boa dose de romantismo, respeito, entre tantos outros. A resposta para o sucesso de um relacionamento com bruxas é o equilíbrio do feminino com o masculino ou o Yin Yang; como queiram chamar. O Yin Yang representa mais que a luta do bem com o mal, mas o equilíbrio de qualquer natureza, principalmente, o referido neste texto: de ser homem e mulher para propiciar a conquista de verdadeiras deusas, que são raras. Ser bruxa não é uma qualidade inata da mulher, da mesma forma que não é qualquer uma que atinge esse patamar. Para ser bruxa, é preciso evoluir. A pessoa sabe que é uma bruxa quando passa a enxergar a vida de uma maneira diferente como se fosse um estalo. Ela sofre, chora, derrama baldes de água por causa de um homem, até que entende que ser livre é ser autora da própria vida, sem depender de nada nem ninguém, e que ela pode ser a personagem principal de sua própria história, sem depender de conteúdos externos. Ela é ela mesma em todos os momentos. E, quando a partir do sofrimento, ela se redescobre como pessoa independente e, principalmente, valiosa; ela se transforma em uma verdadeira bruxa, capaz de despertar corações para o bem, para o amor e iluminar muitas mentes. Esse é o feitiço das bruxas: influenciar todos ao seu redor para o bem e para a paz interior. Claro que o fato de a verdadeira bruxa só fazer o bem com as descobertas individuais, não significa que elas devem ignorar a existência de outras que utilizam rituais voltados para a maldade. Mas, nem preciso dizer que a maldade não existe, tudo depende da perspectiva em que se vê. Se querem utilizar sua sabedoria para coisas negativas, só surtirá efeito em quem se deixar atingir, ou seja, em quem estiver com a auto-estima baixa e com o coração repleto de rancores, dentre outros sentimentos desse teor; além, é claro, de ela mesma ser a primeira a beber do próprio “veneno”. As verdadeiras bruxas utilizam seus feitiços, exclusivamente, para o bem, pois são detentoras de uma sabedoria ímpar, embora reconheçam suas imperfeições. Agora, vai uma dica a todas as bruxas, como eu: da próxima vez que alguém te chamar de “Bruxa!”, independente do tom, solte um “Obrigada!”, porque, certamente, a pessoa ficará sem entender. Abraços a todas as bruxas do mundo, pois são as verdadeiras “Mulheres Deusas”, capazes de enfeitar o dia de qualquer pessoa com palavras sábias e repletas de poder. Mas, elas devem saber que sua influência maior está em seus exemplos, porque, como o velho ditado diz “conselhos todos dão…”. INICIO DO CURSO 12/7/2014 VALOR: R$152,00. —NOSSO ESPAÇO SE LOCALIZA EM SÃO CAETANO DO SUL
E-MAIL:casa.dalua@yahoo.com TELEFONES:(11)993119663 OU (11) 989647940.